Quem está a iniciar um projeto profissional coloca muitas vezes a mesma questão: faz mais sentido abrir atividade como trabalhador independente ou avançar para a criação de uma empresa?
A resposta depende de vários fatores, como o tipo de serviço prestado, o investimento inicial, o nível de risco, a previsão de faturação e a forma como pretende organizar a atividade no curto e no médio prazo.
Abrir atividade pode ser um caminho mais simples em determinadas fases iniciais, sobretudo quando a operação ainda é reduzida. Já a criação de empresa pode oferecer outra estrutura, outras responsabilidades e um enquadramento diferente em termos contabilísticos e fiscais.
Antes de tomar uma decisão, vale a pena analisar com cuidado a situação concreta. Um enquadramento bem pensado desde o início pode evitar alterações desnecessárias mais tarde e dar mais segurança no arranque da atividade.